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Praia Noturna

O desafio da vez foi fotografar uma praia à noite. A praia do Pina, em Recife, tem certa vida à noite, com gente praticando esportes, fazendo exercícios, andando, tomando coco, conversando. Mas não é iluminada, povoada e ampla como Copacabana,  o que faz com que, especialmente à noite, haja um certo clima sombrio ali, que é realçado pela cor absolutamente preta no céu. Nas cenas em que não há ninguém, além de sombrio o clima também fica de uma solidão profunda. São fotos realmente tristes, no meu sentimento.

The challenge, this time, was to shoot a beach at night. Pina Beach, in Recife, does offer its nightlife, with people practicing sports and exercises, walking, drinking coconut water, chatting. However, it is not as enlightened, crowded and wide like Copacabana, creating a gloomy atmosphere in there, reinforced by the deep black color of the sky. In the scenes where there are no people, the atmosphere gains the feeling of deep loneliness. I feel they are very sad pictures!

 

O problema técnico foi a falta de luz. Embora eu estivesse com uma lente em f1.8 – que permite que relativamente bastante luz entre nela -, precisei deixar o ISO em 3200. Isso fez com que as fotos ganhassem um aspecto excessivamente granulado, mais do que eu esperava, mas até que ajudam a reforçar o clima das fotografias.

The technical problem was the lack of light. Despite the fact that I was using the lens at f1.8 – allowing a good amount of light to get through-, I needed to set ISO to 3200. This excessively increased noise and because of that all pictures seem a little blurry. However, maybe this can convey the message I was expecting – darkness, loneliness, sadness…

 

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Praia

Fotografar uma praia em preto e branco foi uma experiência interessante. A água parece até mudar sua textura. O sol da manhã, intenso e inclinado, criava reflexos muito brilhantes, junto com sombras extensas das pessoas na areia.

Shooting a beach in black and white was an interesting experience. It seems to change the texture of the water’s surface. Also, the morning sun, very intense and oblique, creates very bright reflections and interesting figures along with people’s shadows on the sand.

 

 

 

 

 

 

É nesse tipo de ambiente que dá gosto de fazer esporte: praia, com estruturas armadas especialmente para a prática de esportes. E não é só durante o dia, se desse as pessoas usariam uma praia estruturada 24h por dia. Assim como esse menino, que lá pelas 9 da noite em plena quinta-feira estava treinando embaixadinhas para virar um futuro craque.

This is the kind of environment which is delightful to practice sports: a beach with especially armed for sports. Not only during the day, people also use them during the night and if they could, they would use it 24/7. Just like this boy, who was there at 9 PM on a Thursday evening, practicing freestyle football on his way to become a football superstar.



 

 

 

 

 

Rio de Janeiro at night

Mesmo à noite há vida por ali. Muitos ainda andam, correm e jogam futebol. No meu caso, já estava voltando para o hotel. No dia seguinte teria de ir para a obra (link).

Even at night… there’s life out there. Many people still walk, run and play soccer. I myself was going back to the hotel, I had to go to the worksite the next day.


Os garis da foto acima estavam fazendo o possível para serem deixados de fora da foto. Quando eu disse que eu queria mais era fotografá-los, ficaram todos animados e queriam até que eu colocasse no Orkut!

The streetsweepers from the photo above were doing their best to stay OUT of my shoots. When I told them that my intention was to photograph THEM, they suddenly got cheerful and wanted me to publish their pictures in Orkut!

Jogam 10, mas 5 são estrelas / 10 play the game, only 5 are stars

Nada como pescar no fim da tarde / Nothing like fishing at the end of the day

No final da praia vi um grande número de pessoas reunidas para pescarem. Eles ficam em cima dos blocos de rocha do quebra-mar do Aterro do Flamengo; alguns sozinhos, outros com seus amigos. Se pegam peixes, não sei. O mar é razoavelmente calmo, mas mesmo assim eu não imagino peixes ali.

At the end of the beach I saw a large number of people gathered for fishing. They stay on top of some rock blocks that make Flamengo’s Fill breakwater. Some of the fishermen are alone, others fish along with their friends. Sea is relatively quiet out there. I can’t imagine any fish in there, though.


Para um paulista é surreal chegar no fim de tarde de um dia de semana e ver as pessoas passeando na praia, jogando futevôlei, brincando, jogando – é, morri de inveja. E preciso dizer, se tem alguma coisa em que os cariocas são bons é em futevôlei. Fiquei besta com a perícia deles nesse esporte.

Puladinho

To a Paulista is unimaginable to walk on the end of a weekday and see people walking on the beach, playing foot-volley, playing stuff, running – yes, I was kinda envy about that. And I need to say: if there’s something the Cariocas are good at it is foot-volley. I was astonished with their skill in this sport.

Crianças correndo perigo / Kids in danger


Futevôlei... os caras jogam MUITOOOO! / Foot-volley... these guys OWN!

Fazia muitos anos que eu não ia ao Rio. A última vez havia sido como criancinha, junto dos meus pais. E tive que pernoitar ali para ir à numa obra da baixada fluminense bem cedo no dia seguinte.

It’s been many years since I last been to Rio. Last time I was with my parents and I was still a kid. I had to spend a night in there to go to a construction site in the Fluminense Lowlands very early in the next day.

Deixei minhas coisas no hotel e fui logo à praia tirar fotos. Estava de cara para o Pão de Açúcar, e atrás de mim, meio à distância, estava o Corcovado. Fotos obrigatórias, afinal é o clichê carioca.

I put my stuff in the hotel room and went right away to the beach to take pictures. As soon as I reached the beach I noticed I was facing Pão de Açúcar (you’ll have to excuse me, but Sugar Loaf is horrible) and, behind of me and kinda far away, the Corcovado. Photos I HAD to take, after all they’re Rio’s postcards.

/sunset

Li um livro do Michael Freeman em que ele diz “Por que nós gostamos de pôr do sol? Um pôr do sol acontece todo dia se o céu não estiver encoberto, mas eles parecem ser um ímã para as câmeras. […] Pôr do sol é um comum exemplo de algo que é geralmente aceito como a ‘encarnação’ da beleza. Outro exemplo é Angelina Jolie.”. Ou seja, tirar foto de pôr do sol é muito apelão, em geral as pessoas miram o sol e disparam e já sai algo muito bonito. Dupla apelação então: pôr do sol no mar. Poucas cenas são mais clichês do que essa – o sol tocando o oceano e um reflexo linear o acompanha do fundo da foto até ele. Então o desafio é usar o pôr do sol na praia de uma outra maneira, brincar com composição e luz para que essa situação fique menos óbvia.

Silhuetas / Silhouettes

I was reading a Michael Freeman’s book in which he says “Why do we like sunsets? After all, they happen every day as long as the sky isn’t overcast, but they seem to be a magnet for cameras. […]Sunsets are one particularly universal example of a sight that is generally agreed to embody beauty. Angelina Jolie is another.” In other words, shooting the sunset is very appealing, people generally target the sun and press the shooter and a very nice picture is created. Even more appealing is the sunset at the beach. Few scenes are more cliché than this one – the sun touching the ocean and a straight reflex is drawn from the bottom of the frame to it. So the challenge is to use the sunset and the beach in some different manner; play with composition and light to reduce obviousness.

Horizonte (e um jet ski) / Horizon (and a jet ski)

Pôr do sol e pessoas (1) / Sunset and people (1)

Pôr do sol e pessoas (2) / Sunset and people (2)

Iluminados / Enlightened

A prancha / The surfboard

Reflexo / Reflection

Reveillon 2010-2011

Fotografar à noite já não é a coisa mais simples do mundo. Principalmente quando você é amador e não tem muitas noções. No reveillon desse ano estava na praia e fui me aventurar a fotografar o evento. Minha sorte é que a câmera digital permite ajustar a fotometria tirando um punhado de fotos-teste que, claro, saem praticamente todas pretas e as que apresentam alguma imagem saem borradas pela falta do tripé.

A exata hora da queima de fogos é o momento mais iluminado da noite. E a câmera em modo burst permite arriscar várias fotos literalmente no escuro na tentativa de encontrar um desenho legal dos fogos e uma posição boa das pessoas.

Shooting at night isn’t the easiest thing on Earth. Especially when you are an amateur and you are not quite familiar with photography. Last new year’s I was on the beach and I ventured to photographing it. Lucky me: digital cameras allow the user to adjust the metering by taking a handful of test-pics that will, of course, most of them result in black scenes, and those which actually have an image will be all blurred because of the lack of a tripod.

The exact moment of fireworks is the brightest moment in the night. The camera in burst mode allowed me to try several shots in the dark so I’d luckily get a nice design of the explosions and good people’s positioning.

Conseguir uma cena aceitável da queima de fogos depende totalmente da sorte / Getting an acceptable shoot from the fireworks depends entirely on luck

 

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